quarta-feira, setembro 27, 2006

lol


Il est des nôtres, il a bu son verre comme les autres, c'est un ivrogne, ça se voit rien que'a sa trogne!

sábado, setembro 23, 2006

.


You've got to believe in all your dreams.

terça-feira, setembro 19, 2006

Porque

- Porque?
- Porque sí.
- Todo tiene una razon.
- Sí, peró no es importante ahora.
- Porque?
- Porque no es.
- Pero porque sí?Porque no?
- Porque (...)

Me preguntan porque...me parece que somos chicos otra vez y que preguntamos todo el tiempo "Porque?". Ni siempre tenemos resposta.

segunda-feira, setembro 18, 2006

borrachera


Não sei que diga. Na realidade hoje não é um bom dia para escrever mas queria apenas deixar noticias. Salamanca é lindo! Estou a adorar.
Esta foto é de chupitos que é genero os nossos shots mas mais baratos, ligeiramente mais pequenos e não são propriamente uma mistura, é tipu um licor, nao sei explicar. Foi tirada ontem no bar Chupitos.
i Y me quedo así !

Besos***********

domingo, setembro 10, 2006

8th Septembre

Tenho estado ausente. Não tanto como vou estar e, simultaneamente, mais do que penso ficar. Confuso, eu sei.
A noite de sexta inda vive cá dentro....Já tinha saudades de noites assim, em que ficamos a socializar, em que rimos por tudo e por nada, em que o tempo passa num segundo mas os dias seguintes insistem em fazer-nos reviver cada instante. Já tinha saudades de organizar jantares assim. De convivio. Sim, convivio. Xiu. Jantares de convivio, o depois da barra não interessa.
Tenho de agradecer a todos a presença, inclusivé a mim! Agradecer aos que deixaram de ir a outros jantares para ir a este, aos que sairam do trabalho e se despacharam o mais possivel para não perder pitada, aos que deixaram de comprar prenda de anos à mãe para poderem jantar, aos que re-organizaram a sua noite para estar presente, aos que nem sequer tiveram hipotese de dizer que iam (pois outra resposta era inadmissivel), aos que não foram para o algarve, aos que foram porque sim, a todos, e a mim claro por me ter lembrado deste jantar de convivio!
Desculpem os momentos lamechas mas há que tornar a noite mais emocionante.

Beijo*

quinta-feira, agosto 24, 2006

pancas

Estavas tão claro que parecias chegado de outro mundo. Estava uma noite escura, aliás acho que isso é normal, as noites são escuras por natureza, mas aquela era particularmente escura. E apesar de tudo, da escuridão, consigo lembrar-me de cada cor, cada tom dessa noite.
Consigo lembrar-me de cada segundo dessa noite, ainda que me lembre de uma forma diferente do que realmente aconteceu. As memórias são assim. Sobre o mesmo facto duas pessoas criam histórias diferentes. Os laços que nos unem, desde sempre, fazem com que as nossas histórias não sejam duas mas uma, são esses laços que fazem com que, nas nossas histórias, os factos se apresentem secundários.
Aquilo que vivemos acabou por ser completamente diferente do que idealizamos desde miúdos, foi diferente de tudo o que poderíamos ter imaginado, mas foi como tinha de ser, foi como foi porque nós somos como somos e isso faz com que ame cada pedaço desta história, porque tu, sendo como és, tornaste mais claro tudo aquilo que eu, constantemente, tornava escuro.
Sempre adoraste a forma com eu era positiva para os outros e negativa para mim, sempre adoraste a forma com te arrastava para a fossa e, depois, tentava desesperadamente tirar-te de lá, tu sempre me adoraste. Eu sempre adorei a forma como me adoravas, eu adorar-te-ei para sempre. Tu adoravas a vida, eu adorava as pessoas. Era isso que nos unia, a diferença, o facto de nos completarmos. Acho que é isso que une qualquer casal mas no nosso caso isto não servia apenas para nos unir, mantinha-nos vivos. Completávamo-nos nas mais pequenas coisas, tu pedias café e eu gelado, tu comias carne e eu peixe, tu gostavas de praia e eu de campo, tu falavas francês e eu inglês, tu querias comédias e eu terror… Sim, nós éramos diferentes e era isso que nos unia.

Quando te arrastei para o único sítio onde me perdi sozinha não o fiz com consciência. Era apenas uma experiência, é sempre só uma experiência. E foi uma experiência, a pior da minha, das nossas vidas, foi a experiência que nos mostrou como as nossas diferenças eram demasiado grandes. Tu acreditavas demasiado em mim, eu não acreditava o suficiente em ti. Quando me disseste “Eu paro quando quiser”, não acreditei. Nunca fui capaz de te dizer “Deixa essa vida por mim”, sempre tive medo que não deixasses. Nunca acreditei que parasses quando quisesses, mas achei que se me visses a afundar nadarias o mais possível para me salvar. Foi por isso que comecei, porque se te obrigasse a salvares-me sabia que ficarias a salvo. E tinha razão, mas devia ter acreditado em ti, porque tu paraste quando quiseste, e quiseste quando me tiveste de salvar. Eu nunca consegui parar quando quis, quis no momento em que te vi anestesiado de tudo e de todos, quis parar nesse exacto momento, mas só se pode parar depois de começar, e eu só comecei nesse momento.
A tua família virou-me costas nesse dia, pensam que fui eu que te dei tudo o que consumiste, não sabem que eu não vivi nada disso até ao momento em que quase morreste à minha frente. A tua família acusa-me da única coisa que deveria louvar-me, foi a única vez em que te salvei sem ter culpa de nada. É certo que te apresentei quem não devia, mas nunca te dei o que não devia. A tua família não entende que se fiz tudo o que fiz depois desse dia, foi para que esse dia fosse um dia isolado e para que a angústia, que nos acompanhou durante as três horas em que te procurámos, não se transformasse numa companheira diária.
Foi quando me deste a mão e, pela primeira vez, ignoraste a minha vontade que eu entendi que tinha de parar, não que quisesse por mim, mas queria-lo por ti. Sabia que se não parasse tu entrarias de novo naquele mundo só para que regressássemos os dois, juntos.

Foi nesse momento que entendemos que não podíamos mais ficar juntos. Ambos queríamos ser felizes e eu só o seria quando tu o fosses, e tu só serias feliz longe de mim. Nunca conseguimos perceber porquê mas na realidade há coisa que não foram feitas para perceber, mas aceitar. Se precisássemos perceber tudo jamais nos teríamos amado, porque há coisas, em nós, completamente irracionais.

- Costumavas rir-te de mim e da forma com acreditava nas pessoas, da forma como perdoava e como dava oportunidades. Dizias que acreditava demasiado e que fazia o desnecessário. Eu dizia que tinhas sido tu a ensinar-me a ser tudo isso. Nunca percebeste. Um dia disseste-me que não havia vida sem amor, e eu disse-te que não havia vida sem pessoas. Lembras-te quando ganhámos um cabaz de Natal e decidimos entrega-lo ao primeiro sem abrigo que aparecesse? Encontramos um junto à entrada velha, naquele parque infantil que lá há. Quando lhe entregámos o cabaz, com um sorriso, ele atirou tudo aquilo ao chão e disse que se não era dinheiro então não queria.
- Lembro. Eu perguntei-te se mesmo depois disso continuavas a amar as pessoas e a acreditar nelas. Tu nunca chegaste a responder.
- Respondo agora, é precisamente por isso que amo as pessoas e acredito nelas. Todos nós temos de acreditar em algo. Eu acredito que as pessoas merecem não uma, nem duas oportunidades, mas todas aquelas que precisarem. É precisamente quando alguém recusa ser ajudado que mais precisa ser ajudado. Foi o que tu sempre fizeste comigo.

Foi assim que terminou aquela noite. Demos um abraço forte, olhámo-nos nos olhos e dissemos adeus, foi o único adeus que dissemos um ao outro.
Se me perguntares se disse tudo o que queria ter dito nessa noite, digo-te que não. Nunca te expliquei que acredito nas pessoas porque é a única forma de acreditar que só há vida com amor. Porque para amar é preciso acreditar.

Há já algum tempo k não me punha a divagar. Hoje deu-me para isso. Pancadas.

Vou ter saudades dos cafés como os de hoje, com vestidos azuis e etc.

*Kiss*

sexta-feira, agosto 18, 2006

Memórias Esquecidas I

[...]
Quando Mike Elegante se vai embora, o Embraiagem olha para mim.
-Porque me defendeste?
Encolho os ombros.
- Porque tu próprio não o fizeste.
[...]
Antes que eu consiga responder, o Embraiagem aparece à porta da nossa cela. Tem na mão um frasco de champô e treme dos pés à cabeça.
-O que se passa? - pergunto.
Ele parece que vai vomitar.
- Não consigo - diz subitamente, e de repente vejo o Mike Elefante atrás dele.
Mike tira o frasco das mãos do Embraiagem e aperta, salpicando-me todo de fezes humanas.
- Queres tanto ser negro que é melhor esfregares isto na pele.
Estão no meu cabelo, na minha boca, nos meus olhos. Sufoco, tentando respirar em volta do cheiro horrível, limpando-me e depois estendendo as mãos, cobertas de merda. Conciso salta para cima de Mike Elefante enquanto os guardas prisionais se apressam a entrar na cela. Tiram Conciso de cima do Mike e atiram-no para cima da imundíce que está no chão.
- Isso foi estúpido, Conciso - grita o guarda.- Mais uma e és reclassificado para a restrição disciplinar.
Uma outra guarda prisional agarra-me no braço e leva-me para fora da cela.
- Precisa de ser descontaminado - diz ela. - Vou trazer-lhe roupas.
Volto-me e vejo, por cima do ombro, o primeiro guarda pôr o joelho nas costas do Conciso para o algemar.
Eles acham que foi o Conciso que me fez isto, apercebo-me - um negro a tentar fazer o seu companheiro de cela de tal forma infeliz que peça para ser transferido. Eles presumem que Mike Elefante da mesma raça que eu, estivesse ali para me ajudar.
- Esperem - digo eu, quando o guarda me leva. - Foi o Mike que fez isto! (...) Perguntem ao Embraiagem.
[...]
Fecho os olhos e tento ouvir os sons da prisão. Demoro algum tempo para perceber o que falta: pela primeira vez desde que está aqui, o Embraiagem não está a chorar antes de adormecer.
(...)
Transportam o corpo do Embraiagem numa maca passando pela nossa cela.
-Qual é o nome del? - pergunto aos técnicos de emergência médica, mas eles não respondem. - Qual era o seu verdadeiro nome?-grito.-Ninguém sabe o seu verdadeiro nome?
- Yo - diz Conciso. - Calma, mano.
Mas eu não quero acalmar-me. Não suporto pensar que, em circunstancias diferentes, poderia ter sido eu. Será que o Destino é recebermos o que merecemos ou merecermos o que recebemos?
Conciso olha para mim intensamente.
- Ele está melhor assimm acredita.
- A culpa é minha - volto-me para el, de lágrimas nos olhos. - Disse aos guardas prisionais para falarem com ele.
-Se não fosses tu teria sido outra pessoa. Noutra altura.
Abano a cabeça.
-Que idade tinha ele? dezassete, dezoito?
-Não sei.
- Porquê? Porque é que ninquém lhe perguntou de onde era, ou o que queria ser quando crescesse, ou...
-Porque todos sabemos como acaba a história. Com uma meia enfiada na garganta, ou uma bala nas tripas, ou uma faca nas costas - Conciso fica a olhar para mim. - Algumas histórias são aquelas que ninguém quer ouvir.
Sento-me no beliche, porque sei que é verdade.
- Queres saber o que aconteceu ao Embraiagem? - diz Conciso num tom amargo. - Era uma vez um bebé que nasceu em Nova Iorque. Ele não conhecia o pai, que estava trancado na cadeia. A mãe era uma pega drogada que se mudou com ele e as duas irmãs para Phoenix quando ele tinha doze anos, e que dois meses depois morreu de overdose. As irmãs foram viver para casa dos pais dos namorados, e ele foi para as ruas. Os Crips de South Park tornaram-se a sua familia. Alimentaram-no, vestiram-no, e um dia quando ele tinha dezasseis anos deixaram-nos participar na acção, quando convenceram uma rapariga a divertir-se um bocado, e todos a violaram à vez. Mais tarde descobriu-se que ela tinha treze anos e era atrasada.
- Foi assim que o Embraiagem veio aqui parar?
- Não. - responde Conciso. - Foi assim que eu vim aqui parar. A história do Embraiagem é a mesma coisa, os nomes é que são diferentes. Todos aqui têm uma história dessas.
[...]

[in Memórias Esquecidas, Jodi Picoult]

*KISS*

sábado, julho 22, 2006

Gaivota "do Douro"

[Foto - O Rio Douro @ Barragem de Miranda do Douro. O rio dela, o teu rio, o vosso, e talvez por isso, o meu rio Douro.]

Gaivota do Tejo

Gaivota que voas no Tejo
Sobe-o.
Descobre-o.
Faz por conheceres
As serras
Os campos
As aldeias
As suas gentes.
Gente
que vive de esperanças.
Descobre
As terras que se escondem
Nos caminhos,
As terras
Onde o Sol não chega.
Gaivota que voas no Tejo
Voa por todo o Portugal
E vê
E sente
A miséria
A fome
As sombras
As pedras e a lama
A falta de pão
A falta de água e de instrução
E depois...
Se tiveres forças para voltar
Diz aos teus companheiros
Que Portugal
Não é só... Lisboa.

[F.A.Paula - 4/1976]

=)*

domingo, julho 16, 2006

why god

Nunca percebi por que é que as liberdades não se respeitam, por que é que a guerra surge sempre como a forma mais "fácil" de (não) resolver uma questão que (não) se quer ver resolvida, e não consigo percber por que é que se insist em prolongar certas questões por uma vida inteira, ou melhor, por muitas vidas seguidas.
Não interessa de quem é a culpa (até porque nunca é de um), não interessa que começou (até porque se um começou o outro continuou), não interessa a razão (até porque dificilmente há uma razão - no verdadeiro sentido de razão)...A única coisa que importa é o número de vidas prejudicadas por interesses de uns quantos senhores. A única coisa realmente importante é a esperança de que, um dia, esses senhores se sentem em conjunto e terminem com ataques irracionais, OK, se não se querem sentar juntos então que permitam, pelo menos, que outras pessoas se possam sentar em conjunto numa qualquer mesa, em paz, sem medo que uma bomba lhes altere o rumo da conversa.

*

sexta-feira, julho 14, 2006

dream on

every time that I look in the mirror
all these lines on my face getting clearer
the past is gone
it went by like dusk to dawn
isn't that the way
everybody's got their dues in life to pay

yeah, I know nobody knows
where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
you got to lose to know how to win

half my life's in books' written pages
live and learn from fools and from sages
you know it's true
all the things come back to you

sing with me, sing for the years
sing for the laughter and sing for the tears
sing with me, if it's just for today
maybe tomorrow the good Lord will take you away

dream on, dream on, dream on,
dream yourself a dream come true
dream on, dream on, dream on,
and dream until your dream comes true
dream on

[e por favor, não me digam esta música tem uma parte = a uma do Eminem. Não. É o contrário.O Eminem tem uma música com coisas semelhantes a estas,ok?]

Kiss

quarta-feira, julho 12, 2006

Para Pensar...

O Ser Humano tem dois olhos para ver, dois ouvidos para escutar e uma só boca para falar...

Acho que isto diz tudo!

Beijoca*

domingo, julho 09, 2006

yup...

As coisas sairam um pouco ao contrário...nada de anormal, diga-se. Mas a ambição tem as suas vantagens e fez-me acreditar, por algum tempo, que era capaz.
Não falo da selecção, não. Essa teve, lindamente, um 4ºlugar. Não é para qualquer um..sim tivemos muito bem. Parabéns. Gostei. Falo de outras histórias, e desculpem os mais "nacionalistas", bem mais importantes do que a selecção(mesmo gostando muito dela), outras que pensei, ambiciosamente, ser capaz de arrumar. Não fui...agora tenho de voltar a tentar, mas sem força e,pior, sem grande vontade. Mas a esperança é a ultima a morrer...e o essencial é ter garra, e eu vou te-la.
A vantagem da ambição é essa.

Amnh para alegrar um pouco as coisas tenho dose dupla de formação (e já agora espero que uma boa noticia, pk de más o saco já ta cheio..)!

Kiss***

quarta-feira, julho 05, 2006

Ai ai..

É esta a vantagem da ambição, podes não chegar à lua, mas tiraste os pés do chão.

Hoje é dose dupla de sofrimento.
A ver se é desta que digo adeus àquele senhor.
(E, já gora, a ver se é hoje que dizemos "olá" a Berlin).

Wish me very good luck que bem preciso...vai ser desta. I hope (tenho mesmo de acreditar!)!

Kiss*

segunda-feira, julho 03, 2006

Taralhoca


"Não há noite eterna à qual não suceda a luz de um dia radiante"


Devia estar a estudar mas fiz uma pausa porque há coisa mais importantes.
É impressionante o que a internet pode fazer, a forma como aproxima pessoas, como as junta, como mostra um pouco de nós aos outros. Eram dois blogs com uma cara por detras, a tua desse lado e a minha desta. E, mais do que simples blogs, era um pouco daquilo que acreditávamos, que esperávamos, que receávamos, que adorávamos. No fundo era um pouco de nós que lá estava.
É engraçado ver como foi o mundo "photobloguico" que nos aproximou e não aquele pedaço de branco à beira do monsanto plantado. Quando nos começamos a falar saltámos a parte do "conhecidas" para colegas e daí por diante foi sempre para a frente. Hoje tens aqui uma amiga.
Já te conheço o olhar (mais ou menos alegre), o tom de voz (mais ou menos preocupado), o sorriso (mais ou menos sincero), já te conheço. E é por isso que me custa ver-te desanimar sem te conseguir dar a mão e guiar-te até à luz que precisas no teu caminho.
Miuda tens dentro de ti uma força que desconheces, por detrás desse teu "jeito de miúda", como às vezes lhe chamas, tens a força de lutar por aquilo que queres com um sorriso na cara. É esse sorriso que te caracteriza tão bem, porque ele é tão sincero, transmite tanto. Fiel a ti própria tens tudo para vencer, e não digo isto "apenas" por lutares por aquilo em que acreditas, mas porque acreditas naquilo que deves, só precisas acreditar um pouco mais.
Queria que acreditasses em ti, como eu acredito. Isso seria suficiente.
[Para ti, porque hoje precisas e porque mereces (sempre)]
[Foto - Moi e a menina a quem dedico este post, a taralhoca lá do sitio. ah e o seis e meia (sérgio) o emplastro dessa noite,lol! Queria uma foto mais bnita digna de duas beldades como nós, mas não tenho,LOL]
Espero que a oral de SM tenha corrido bien às futuras jornalistas k por aki passam.
Mulheri até 4ªdigo-t kk coisa!
Kiss*

domingo, julho 02, 2006

Sometimes

large fingers pushing paint
you're god and you've got big hands
the colors blend... the challenges you give man
seek my part... devote myself
my small self... like a book amongst the many on a shelf
sometimes i know, sometimes i rise
sometimes i fall, sometimes i don't
sometimes i cringe, sometimes i live
sometimes i walk, sometimes i kneel
sometimes i speak of nothing at all
sometimes i reach to myself, dear god

[Pearl Jam]

Contra aquilo que esperava, mas de encontro ao que gostava... ESTAMOS NAS MEIAS=) e o 4ºlugar já ninguem nos tira(mas com um bocadinho + de sorte...não nos tiram é do 1º!)
KISS*

(para além deste ... aqui está um novo blog, conjunto, um blog diferente..*)

quarta-feira, junho 28, 2006

Trust

-Confia em mim...
Olhei-te a medo.
- Confio mas...
-Não há mas, alguma vez te dei motivos para não confiares?
-Nunca...
-Então?
-Nunca deste mas....conhecemo-nos há seis horas...
-E então, este é um optimo momento para veres que podes confiar em mim!
Olhei-te nos olhos, esses olhos que sabia profundos e seguros de si, segui-te o sorriso e deixei-me ir. Deixei-me levar com o teu corpo, segui-o, fechei os olhos e segui-o. Tudo correu bem, ninguém saíra magoado, e estava mais segura de mim, mas confiante em ti... de seguida, deixaste-me ir, primeiro desperta e sem medos e depois sozinha, novamente com medos. Deixaste-me ir aos poucos como sempre fazes.
Soube desde o inicio que seria assim, pediste-me para confiar e eu confiei, nunca me falhaste, e nunca me perdeste de vista, simplesmente deixaste-me ir, devagarinho, e afastaste-te como se isso fosse o melhor. Sei que continuas aí se precisar, sei que continuas a seguir-me com esses olhos que não esqueço...Também eu te deixei ir, tive de deixar, mas deixei de repente como sempre soube que seria, continuo a seguir-te mas de longe, sei que se for preciso virás ter comigo...
Os meus braços continuam a lutar. Quando os baixo não páro de lutar, apenas descanso, como me ensinaste. Continuo a respirar antes de mergulhar numa luta, continuo a faze-lo tão bem de olhos fechados como de olhos abertos, porque hoje sei que o que interessa é o que sentimos e o que pensamos, e sei que só isso pode fazer-me ganhar uma luta...
Ainda sinto as tuas mãos a segurarem as minhas contra o machado tal e qual quando "aprendi" (como se estas coisas se aprendessem) a confiar em ti, mas sei que já não existe nada disso, apenas a confiança, mas se calhar isso foi a única coisa que sempre existiu...se calhar, é por isso que me deixaste ir aos poucos e te afastaste...o espaço que existia entre nós não era, já, suficientemente grande para a confiança que tinhamos(e temos) um no outro, a nossa confiança precisava de mais espaço. Nós precisavamos de mais espaço, para que os nossos olhos não se vissem mais, para que nossos sorrisos sorrissem outras vidas...
É isso, foi tudo uma questão de espaço. Deixaste-me ir e afastaste-te, não te julgo por isso. Ainda sinto a tua falta, mas ainda sinto a tua presença. Sei que foi melhor assim só não entendo porquê.
Sempre confiei em ti, e aqui não há excepções!

[Nota: este texto foi escrito há quase um ano, não me lembro quais as circunstancias em que o escrevi, mas sei que hoje não tem nenhum significado especial. Não tem mesmo.]

Planeamento, planeamento, planeamento, planeamento, planeamento ... planeamento, planeamento, planeamento, planeamento, planeamento...

Kiss*

domingo, junho 25, 2006

=D

Life is a waterfall,
We're one in the river,
And one again after the fall.

Swimming through the void
We hear the word,
We lost ourselves,
But we find it all?

Cause we are the ones that want to play,
Always want to go,
But you never want to stay,

And we are the ones that want to chose,
Always want to play,
But you never want to lose.

Aerials, in the sky,
When you lose small mind,
You free your life.

Life is a waterfall,
We drink from the river,
Then we turn around and put up our walls.

Swimming through the void
We hear the word,
We lost ourselves,
But we find it all?

Cause we are the ones that want to play,
Always want to go,
But you never want to stay,

And we are the ones that want to chose,
Always want to play,
But you never want to lose.

Aerials, in the sky,
When you lose small mind,
You free your life.
Aerials, so up high,
When you free your eyes,
Eternal prize.
Aerials, in the sky,
When you lose small mind,
You free your life.
Aerials, so up high,
When you free your eyes,
Eternal prize.

Hoje sonhei k eles davam um mini concerto aqui em Lisboa esta semana...mas é mentira...foi só um sonho=(
O ultimo post não era, mesmo, para perceber,lol, é normal!=)

Kissezão

quarta-feira, junho 21, 2006

if it is..it is!

"If this is right, I'd rather be wrong
If this is sight, I'd rather be blind..."
(Incubus - Under my umbrella)

-Às vezes tenho a sensação de que imagino coisas, que sonho acordada.
-
-Tenho a certeza que sim...é a única justificação, porque eram iguais, iguais! Não, não eram iguais (isso seria impossivel) mas eram o mais proximo de "iguais" possivel. Tenho a certeza...lembro-me perfeitamente, eram "iguais".
-
- OK. Se calhar não era imaginação, se calhar eram só parecidos. Mas eram realmente muito parecidos.
-
-Tamanha semelhança, por vezes (ou quase sempre), assusta.
-
- Sim. Eram só muito parecidos, tens razão. Mas eram mesmo muito parecidos!

Nothing more to say.
Kissezão*

segunda-feira, junho 19, 2006

OA

Não há nada melhor do que amar a única coisa que sempre se disse odiar.
Não...não sei se será mesmo assim, mas a verdade é que amar algo que sempre se odiou significa que somos capazes de mudar e de aceitar, em parte, a diferença que existia entre nós e o "objecto" antes odiado.


Beijooooooooo

sábado, junho 17, 2006

isso


Os amigos. Sim, os amigos.
O responder o que me apetecer sabendo que tenhos dois ouvidos centrados em mim. O perguntar estar tudo bem e saber sorrir, rir ou dar um ombro.
O ir tomar café, o ir sair quando não apetce(e obviamente quando apetece) e o falar horas a fio.
O rir até não poder mais, o não ter tabus mas selecionar temas, o desabafar, o exteriorizar a revolta.
O olhar para o silêncio e perceber tudo o que há para perceber. O conhecer outras vidas como se fossem nossas. O considerar bom mesmo aquilo que não foi.

O saber que será, efectivamente, para sempre.

- É isso?
- Sim. Essencialmente.

Aulas acabaram, frequencias também, agora só me falta um exame (espero que seja mesmo só esse).
Estou de férias =) ...umas férias com um sabor diferente. Não sei se melhor se pior...mas diferente.

*Kiss*

MAO mao maria que estamos mesmo quase a chegar...=D


[foto - alforrecas...blhacccc]